jeudi 22 mars 2007

A posição japonesa no Médio Oriente



De acordo com fontes oficiais do MNE do Japão, , a presença japonesa no Médio Oriente, ao contrário da dos norte-americanos, tem vindo a revelar uma maior capacidade de comunicação e de pacificação, numa região sensível. In "Report: Foreign minister says Westeners can't be as successful in Mideast as Japanese", International Herald Tribune, do dia 22 de Março de 2007:


"Japan's outspoken foreign minister said "blue-eyed, blond" Westerners probably will not be as successful as the Japanese in Middle East diplomacy, media reported Thursday.
Taro Aso made the remarks Wednesday during a speech in southwestern Japan, business daily Nikkei reported. National newspaper Mainichi carried a similar report.
"Japan is doing what the Americans can't do. The Japanese are trusted. It's probably no good with blue eyes and blond hair," he was quoted as saying by the papers, referring to projects in Jordan River Rift Valley initiated by Japan.
"Luckily, we have yellow faces. We have no history of exploitation there or ... fired a machine gun for once," Aso said, according to the reports.
[...]"



Vide no MNE do Japão toda a condução diplomática japonesa no processo do Médio Oriente.

Agora Vox 5º Poder

Uma outra forma de praticar a diplomacia pública:


« Les premières rencontres du 5e pouvoir »
le 24 mars 2007 à L’Usine - Saint-Denis http://journee.agoravox.fr
"A l’aube des échéances électorales, il convient d’une part de définir le « 5e pouvoir » et d’autre part de s’interroger sur sa place dans la vie publique de notre pays. Ainsi, cette journée permettra de revenir sur la définition du journalisme dit « citoyen » et sur les interactions possibles avec le journalisme professionnel. Car il s’agit bien d’envisager un avenir informationnel fait d’échanges et de complémentarités. Enfin, les intervenants rappelleront combien la technique a favorisé ce phénomène et confirmé sa place dans le paysage médiatique français.
Les objectifs de cette journée :
Présenter le bilan des deux années d’existence d’AgoraVox en rendant hommage aux 10 000 rédacteurs bénévoles qui ont permis l’émergence du premier media citoyen européen
Donner la parole à de nombreux experts (spécialistes des médias, politiques, chercheurs...)
Permettre enfin un débat entre les deux forces en présence : les journalistes professionnels et les journalistes « citoyens »
."

Real Instituto Elcano

Um exemplo de Diplomacia Pública executada por Espanha, do doméstico à arena internacional:
"Misión y Valores
La misión esencial del Real Instituto Elcano es servir de foco de pensamiento y de generación de ideas que resulten útiles para los responsables políticos, los dirigentes de las instituciones públicas y privadas interesadas y la formación de la opinión pública. Esta tarea se basa en un compromiso de sus miembros con unos valores compartidos:
La consecución de la paz en las relaciones internacionales.
La cooperación económica y la solidaridad entre los Estados y los pueblos.
El respeto a los derechos humanos.
La promoción de procesos de transición y consolidación de las democracias y de los valores democráticos.
La concordia o, al menos, tolerancia, entre Estados, pueblos y, eventualmente, civilizaciones.

Objetivos

La misión del Real Instituto Elcano supone un punto de partida desde el que desarrollar los siguientes objetivos:

El estudio del escenario internacional, a fin de elaborar y producir análisis, documentos de trabajo e informes con los que contribuir a la toma de decisiones.
La difusión de los mismos para conformar y participar en el debate público y social, tanto nacional como global.
Servir de foro de encuentro y debate, garantizando así una mayor y mejor comunicación entre agentes públicos y privados en el ámbito de las relaciones internacionales y de seguridad.
Tratar de aglutinar a su alrededor los programas, proyectos e ideas de la comunidad estratégica española y, en la medida de la posible, de la internacional."

dimanche 18 mars 2007

Política Externa o que é?


Um dia, o ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros Franco Nogueira, num determinado livro, Diálogos Interditos, referiu com uma certa preocupação a dificuldade em definir o próprio conceito de política externa:

“Política externa – o que é? Parece inocente a pergunta, e acaso inútil, porque se supõe a resposta conhecida de todos.”

Mas, uma senhora, na área das coisas e causas políticas ao serviço de uma administração, supostamente não só compreendeu como também veio definir e sobretudo aplicar nas vertentes soft e hard.
Madeleine Albright, actual Presidente do National Democratic Institute for International Affairs entende por política externa o seguinte:


“Em 2001, ao deixar o Governo, regressei a um amor antigo –as salas de aula da Universidade. Em Georgetown, dou um curso por semestre, alternando entre os alunos de pós-graduação e os de licenciatura. No início de cada curso explico aos meus estudantes que o principal objectivo da política externa é o de persuadir os outros países a fazerem aquilo que nós queremos. Para esse fim, um presidente ou secretário de Estado tem ao seu alcance uma série de ferramentas que vão desde a força militar bruta até ao árduo trabalho de negociar, passando pela simples argumentação lógica.”
In –Os Poderosos e o Todo-Poderoso. Reflexões Sobre a América, Deus e o Mundo. Algés: Ed. Difel, 2006, pág. 29.

Será que ainda não conseguimos aprender nada com isto? Pelos vistos, estaremos numa área de uma coisa chamada de argumentação e de algo aparentemente simples e lógica. E mesmo assim continuamos sem perceber o rumo deste mundo e da importância vital de uma definição da política externa, da defesa do interesse nacional, ou seja, devemos dar início àquilo em que muitos países aparentemente parecem ter: capital humano, sem Marx claro, de acordo com as últimas indicações da OCDE.
How what you know shapes your life
"Human Capital", published on 20 February 2007, is the first in a planned new series of books from the OECD entitled OECD Insights. Drawing on the unrivalled work and research of the OECD, books in the series offer insights on global issues using simple and non-technical language.
The world's economy is changing. Globalisation means jobs move from country to country, while computers and advanced communications are changing the way business works - and the sort of work we do.
Today, the value of skilled, complex and creative work is growing fast. As a result, economic success for countries and for individuals relies increasingly on human capital - our knowledge, skills learning, talents and abilities.
How can societies raise human capital and ensure everyone gets the education they need at every stage of life, from early childhood to adulthood?